quinta-feira, 23 de abril de 2015

dos esclarecimentos e da angústia (parte 1 de 6)

Realmente, desta vez, depois de algumas, não vou me preocupar com o que você está pensando daí ao me ler, e nem se estou lhe esgotando, como sempre acho, ou ainda se estou sendo bastante ridícula por ficar remoendo uma historinha de paixonite daqui que provavelmente já se encerrou há muito por aí. Vou tentar deixar toda minha insegurança um cadin de lado para lhe escrever algumas palavras providenciais.
Cheguei à conclusão de que preciso dizer e ouvir algumas coisas para poder seguir em frente de fato, algo que venho tentando fazer desde que voltei final de janeiro para casa. Preferiria, sem dúvidas, dizer isso pessoalmente, mas acho que disse muito pouco do que gostaria quando estive com você, uma das poucas coisas das quais eu me arrependo, inclusive.
Como confidenciei aí, não tenho muito tato para lidar com sentimento, emoção, é tudo novo para mim, bastante, visto que nunca me permiti muito e sempre tive bastante medo de me envolver e ficar à mercê de algo incontrolável - como agora.

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